2014. Álbum Secret Man e Banda PressArt. Hospedaria e o filme que morreu antes de nascer.

Antes de falar sobre 2014, lembrei-me de que me esqueci de falar sobre o convite de Máxcimo Bóssimo, no ano anterior, iniciou um projeto cinematográfico belíssimo, intitulado Pedro, Um Amor Escrito nas Estrelas.

A história era interessante e eu fui convidado para fazer parte do núcleo da fazenda, como um boiadeiro que era o estopim da desgraça da protagonista. Eu apareceria em duas cenas e, numa delas, eu entoava uma toada lindíssima.

Infelizmente, o filme não ocorreu. A produção e roteiro eram de Máxcimo Bóssimo, com o apoio de Silvinha Euclídes Cattermole. Na direção Oscar Zinelli.


A apresentação do elenco foi no Hotel Pestana. 

O elenco era grande, com amigos muito queridos, como Gualdino Calixto, Gui Soarrê, Teresa Carvalho, Dilleygor Lagares, Kel Braga, Douglas Rodrigues, Marina Azevedo e tantos outros maravilhosos. 

Além do elenco, alguns amigos foram nos prestigiar, como Daniel Terra, Mikka Shadow, Fabinho, Elisabeth D'Albuquerque, Marco Carioca Coelho, entre outros.

Fabio, Vanessa Fontana, Luiz Canaan, Will Tom, 
Raphael Capela, Daniel Terra e Márcia Zóttis.
Hotel Pestana, Copacabana.
Foto registrada pelo jornalista Marco Carioca Coelho,
na noite de apresentação de elenco do filme
PEDRO, UM AMOR ESCRITO NAS ESTRELAS, de Máxcimo Bóssimo, 
no Hotel Pestana, Copacabana.

Com a passagem de Paulão Magalhães, a finalização do álbum SECRET MAN ficou com Jairo Santos, do JSA Home Studio.



Engavetado ficou o álbum DOSE DUPLA (Teresa Carvalho & Will Tom), com participação especial de Paulo Magalhães. Um trabalho lindo, feito com carinho pelo Paulão.



Também o álbum CLOSE FRIENDS ficou pela metade, com apenas seis faixas gravadas. Havia hits dos Pacemakers, que o Paulão adorava. Infelizmente, não tenho mais a foto da capa do álbum.

O álbum TRIO TOM MAGALHÃES também ficou incompleto naquele momento. Mais tarde, foram recolhidos o material do trio, espalhado em vários shows e nos quatro primeiros álbuns em cd do SomPaulo Studio.


Não houve proposta teatral naquele ano, entretanto, o sucesso de O PROPRIETÁRIO foi tanto, que surgiram convites. E a Cia do Absurdo se apresentou no palco da FEUC.

Will Tom e Cimara Mattos.
Gui Soarrê e Will Tom.
Will Tom e Cimara Mattos.
Gui Soarrê e Will Tom.

E, na música, além do álbum Secret Man, eu continuava me apresentando com a Banda PressArt, no Clube dos Aliados, sempre que me convidavam.

O grupo era composto por Marcelo Araújo, Marcos Machado, Sandro Gomes e Paulo Magalhães.

Era, então, a Banda PRESSAT.

Como era nome de um remédio de pressão, eu sugeri que mudassem o nome da banda, pois poderiam ter problemas com os direitos de registro. 

Os valetes aceitaram a minha sugestão: Banda PressArt.

Foi uma febre e de 2008 a 2014, toda sexta, o Clube dos Aliados enchia às sextas-feiras dançantes.


Quando o Paulo Magalhães deixou este planeta, chamaram o Alexandre Magalhães para compor a banda. Magalhães morava ao lado da minha casa. Assim, a amizade cresceu e, mais tarde, formamos o Trio Mystic Bamboo, acompanhados de Ana Cristina, sua esposa. 

Após a passagem de Sandro Gomes, nunca mais tivemos o prazer de ver a Banda PressArt nos palcos. Perdi o contato com meus amigos tão queridos, principalmente, o Marcos Machado, com quem eu passava horas falando sobre música, bebendo conhaque e fumando muito. Havia a pretensão de fazermos um álbum só nosso, mas não ocorreu. 

Naquela época eu fumava 80 cigarros Hollywood por dia e tomava uma garrafa de conhaque por noite. Naquele mesmo ano, parei de fumar e de beber.

Abaixo, alguns momentos com a Banda PressArt.



Marcelo Araújo, Sandro Gomes, Will Tom e Marcos Machado.

Teresa Carvalho, Marcos Machado, Will Tom, Marcelo Araújo e Sandro Gomes.

Will Tom e Marcos Machado.

Will Tom e Marcos Machado.


Ainda em 2014, fui convidado para fazer o curta-metragem HOSPEDARIA, de Ângela Caspi. A direção foi de Rodrigo Caspi e o filme conta os momentos finais de um homem angustiado, num hostel, no centro do Rio de Janeiro.
Foi um grande desafio, pois as aflições eram imensas, numa vida torturada, sem a identidade firmada. 
Foi filmado numa hospedaria da Avenida Gomes Freire, no centro do Rio de Janeiro.


Finalizei o ano de 2014 com um grande presente, pois recebi o Troféu de Melhor Ator do Festival do Rio Grande, com o curta-metragem O Relógio Quebrado, de Carlos Xavier. Concorri com atores gaúchos excelentes. Por conta dessa conquista, o povo local não gostou muito, e nunca mais retornei ao Rio Grande do Sul.



Outra produção interessante foi o filme VIDA NA MARÉ, uma comédia com momentos trágicos, onde se aprende a rir da dor imputada pelo acaso. A direção foi primorosa, com Marcelo Ribeiro e o roteiro ficou com a fantástica Carla Mendes, que mais tarde me auxiliou em trabalhos de Marketing. 













 





































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