2016. CARAVAN, MY HEART BELONGS TO AFRICA, Show THEY'D PASS THE HAT e CINE JÓIA.

 Após o fim do SomPaulo Studio, conforme desejo de Paulão Magalhães, que sempre me  dizia que se algo ocorresse com ele, gostaria que eu continuasse o trabalho musical com Ed Ghard, do Eden Studio. Os dois eram amigos e pertenciam à Banda Frutos do Amor.

Assim fiz e Ed se tornou um amigo-irmão, segundo guru musical.


E, naquele ano, gravei dois álbuns importantíssimos na minha carreira. 

São dois álbuns lindos, mas quase não tínhamos mais cds nas lojas, de forma que a venda foi mais virtual. As mídias se renovavam com uma rapidez incrível e também as lojas já não queriam mais investir nesse tipo de produto.

MY HEART BELONGS TO AFRICA é um álbum produzido e dirigido por Ed Ghard, que sugeriu todas as músicas, com exceção de Kumba'ya, que veio como bônus, uma gravação do Trio Tom Magalhães.

A CAPA SUGERE LÁGRIMAS NO MAPA DO CONTINENTE.

A CAPA DO VERSO DO CD TRAZ O PÁSSARO SANKOFA.

CARAVAN foi todo sugerido por mim. A música título foi, na verdade, sugestão de Alexandre Magalhães (Mystic Bamboo), que havia sugerido que eu gravasse esse sucesso no arranjo de Ella Fitzgerald. Assim, a gravação foi feita em uma única vez. Estava pronta, no argumento correto.

CAPA DO ÁLBUM CARAVAN (2016)

CABIN FEVER veio nos arranjos de Barbra Streisand, no álbum SuperMan. E ficou muito boa também.

Em I BELIEVE TO MY SOUL, quis homenagear a versão de Caterina Caselli.

As faixas YESH LI GAN e TAKE A LOOK AROUND foram gravadas no Magalhães Studio.

ME AND MY UNCLE foi gravada no JSA Studio.

O álbum ainda conta com TABOO, LO SPECCHIO, BAMBOO e MALAIKA.

É considerado um álbum tão belo quanto o Beneath the Moon (2011).


Paralelo a tudo isso, Ed Ghard ainda fazia parceria comigo em várias outras gravações, como SUMMER TIME, OH DARLING, SOUL MAKOSSA e tantas outras. A maioria dessas gravações estão nas plataformas SoundCloud e ReverbNation.

2016 também foi importante para mim, pelo retorno ao Teatro de Arena Elza Osborne, onde me apresentei com Teresa Carvalho, no show THEY'D PASS THE HAT, numa sacada maravilhosa que tive, quando, em cada música, eu me apresentava com um chapéu diferente. A plateia amou o repertório internacional das décadas de 60 e 70.







Ainda em 2016, foram exibidos no Cine Jóia, em Copacabana, os filmes BAR GAROTA DE IPANEMA e SÓ PELO AMOR VALE A VIDA, ambos de Carlo Mossy. Tive a honra de estar nos dois trabalhos.



LINO CORRÊA, LEO ARENA, ROSSANA GHESSA, WILL TOM,
CARLO MOSSY e TIÃO D'ÁVILLA.

WILL TOM, EDUARDO SALLES E LINO CORRÊA.
LUCA MACHADO, WILL TOM e MARIO CEITA.
LEONARDO CEITA, WILL TOM e EDUARDO SALLES.
WILL TOM e LINO CORRÊA.

CARLO MOSSY, MIRELLA SPADON, LEO ARENA, LEONARDO CEITA, 
WILL TOM e FATIMA CALL.

WILL TOM e YARA BRAZÃO.
WILL TOM e JARBAS FONTINELLI.
CÉLIA VILLAS BOAS, MOEMA ARRAES, YARA BRAZÃO, FERNANDA DE JESUS,

FERNANDA DE JESUS, CELIA VILLAS BOAS e WILL TOM.
WILL TOM e VELUMA.

Elenco do filme SÓ PELO AMOR VALE A VIDA, de Carlo Mossy.

LEONARDO ARENA, ROSSANA GHESSA, WILL TOM e FATIMA CALL.

EDUARDO SALLES e WILL TOM.




Naquele ano, perdi um amigo muito querido nos deixou - Ricardo Faria. Havia planos para um trabalho fílmico juntos, mas não foi possível. Mal sabia eu que outras situações semelhantes ocorreriam dali para frente. 

Ricardo Faria ficou conhecido no mundo inteiro por protagonizar o primeiro beijo gay da história do cinema nacional, no filme Giselle, com o famosíssimo Carlo Mossy, amado amigo meu, símbolo sexual da mulherada nas décadas de 60 e 70.

Pouca gente sabe, mas até 2013, GISELLE  foi o filme assistido em todo o planeta Terra.

Na capa, ALBA VALÉRIA, CARLO MOSSY E RICARDO FARIA.





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