2026 (em construção)

 Construindo  2026 para que, nas próximas postagens, todos os anos, a partir de 1975 possam ser vistos numa única gaveta deste blog, em outubro de 2026.

A partir de 2027, estarei postando as novidades futuras e algumas lembranças do passado.

Apesar de haver apenas um único comentário em todo o blog, que teve início no dia 07 de outubro, da escritora Dilma Barrozo, sempre tão carinhosa, algumas pessoas visualizaram o blog e sugeriram por outros meios virtuais que eu falasse de cada obra específica, principalmente sobre os livros lançados. Farei isso posteriormente, sim.

2026 teve início incerto, com propostas, mas com distância em execução.

Apesar de ter sido um ano dificílimo, inclusive com a passagem da minha adorada mãe em julho, as coisas foram fluindo devagar.

No dia 17 de maio de 2026, na 1ª FL/DIZO, a Cia Teatro do Ambulante se apresentou no Teatro de Arena Elza Osborne, com o belíssimo espetáculo PEDRO DE ALCÂNTARA, O ÚLTIMO IMPERADOR. Novamente, um sucesso!!! Foi uma semana intensa, pois a cada dia a Feira Literária e Diversa da Zona Oeste, organizada e executada por uma equipe linda, e tenho medo de me esquecer de algum nome, mas posso corrigir depois, contava com André Faxas, Patrícia Fiorani, Carol Faxas, Christian Pierini, Ives Pierini, André Balbino, Rhada Naschpitz, enrre outros.

Tínhamos acabado de perder o gestor do Teatro de Arena Elza Osborne, nosso amado Ives Macena, no dia 07 de maior de 2026, que também foi o idealizador das Lonas Culturais em todo o Brasil. Sua história pode ser lida no livro que ele lançou em 2025, uma biografia artística que vale a pena conhecer.

Seus filhos, os artistas Christian e Ives Pierini continuaram com a gestão, mas com a dura tarefa de continuar com a Feira que já havia sido anunciada.

Todos se pautaram na frase do amado Ives Macena, que via a ARTE sempre em primeiro lugar: "- Prosseguiremos!"

Na verdade, virou um bordão em várias apresentações no Teatro de Arena Elza Osborne, e acredito que permaneça.

E, na saudade, apresentamos o espetáculo tão belo, com os aplausos da plateia. Aliás, nesse dia, o magnífico ator Jeremias Flores, com quem encontro uma química impecável em cenas onde estamos juntos, foi aplaudido em cena aberta. Isso para o ator é uma honraria grandiosa! Ele é um ator maravilhoso mesmo!


CIMARA MATTOS (Princesa Isabel) e WILL TOM (D. Pedro II)

ALAN ALVES e WILL TOM (D. Pedro II jovem e idoso).

WILL TOM (Pedro II idoso) e ALAN ALVES (Pedro II jovem).

WILL TOM (Pedro II) e JEREMIAS FLORES (Benjamin Constant).

WILL TOM (Pedro II) e TÂNIA DIAS (Chaga dos Povos Escravizados).



Desde 1984 eu imaginava uma Calçada da Fama para homenagear os artistas de Campo Grande.

Eu tentei e quase consegui o apoio da Direção Executiva da FEUC, Sra Arith Scheidegger da Costa, mas algo  impediu. 

Em 1989, quase consegui o apoio da FIMSB, através do Professor Moacir Bastos, entretanto, novamente, tudo gorou.  

Num café maravilhoso, numa manhã de maio de 2026, conversando com as escritoras Nancília Pereira e Dilma Barrozo falei sobre o meu sonho. Imediatamente, as duas colocaram a mão na massa e então, conseguimos inaugurar a Calçada da Fama no pátio interno do Teatro de Arena Elza Osborne.

DILMA BARROZO, WILL TOM e NANCÍLIA PEREIRA.

Como pontapé inicial, homenageamos: 

André Faxas, Carlos Barbieri, Dineyar Valente Plaza, Francisco Nagem, Gui Soarrê,

 Herculano Carneiro, Ives Macena, Lincoln Pereira, Margot Carvalho, Maria Zenayde,

 Regina Pierini, Sônia Abreu, Vilma Camarate, Waldyr Onofre, Weber Werneck, 

William Vita, Zeca do Trombone.


O evento foi grandioso em Campo Grande, com notícias em rádios e jornais. A classe artística prestigiou a noite de inauguração e concluí algo que sempre busco, DIVULGAR, EXALTAR o talento dos Artistas da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Um dos momentos mais sagrados, para mim, foi constatar a felicidade dos homenageados, principalmente, do dramaturgo André Faxas, um profissional das Artes honesto, íntegro, com quem tive a honra de trabalhar em dois grande espetáculos, textos de sua autoria: LEOPOLDINA e PEDRO de ALCÂNTARA.


Esperamos que muitos outros artistas estejam na constelação da Calçada da Fama, em breve.

No dia 22 de agosto de 2026, recebi o TROFÉU PRATA DA CASA, na 4ª FLIRP (Festa Literária do Rio da Prata - Coletivo Cultural Rio da Prata), idealizada pelos magníficos Silmo Prata e Sérgio Alves. Infelizmente, adoeci e não pude receber o Troféu no dia. Mas é uma conquista honrosa e meu coração se enche de gratidão e de felicidade.

No dia 30 de agosto, minha foto foi para a Parede da Fama no Espaço Funil, onde o Centro Cultural homenageou os artistas da Zona Oeste. Grande honra!


O Bistrô Cultural Campo-Grandense, de propriedade de Cayo Lames e sua esposa Elen Lames, no Park Shopping foi inaugurado no dia 02 de setembro de 2026. Antes mesmo da inauguração, os tapumes já homenageavam artistas da Zona Oeste, escritores, poetas, atores, cantores, fotógrafos, pintores e outras nuances artísticas. E, lá no tapume, um poema sobre Campo Grande, de minha autoria.



A professora e poeta Gil Cruz, com o esposo, o cantor Roberto Evangelista registraram o momento.

Abaixo, transcrevo o poema:

AS GRANJAS DE CAMPO GRANDE
(Will Tom)
Porque adoram descascar abacaxis
Muitos se esquecem da questão o xis.
Campo Grande da laranja
Também foi da goiaba, do café e da cana.
Mas algo a saber bem bacana
É que também ficaram com porte
No Brasil e na América do Norte
As granjas, de frangos e ovos,
Que agradavam a todos os povos.
Granja do Lameu,
Granja da Esperança,
Granja do Morro Cavado,
Granja do ABC...
O que foi que deu
Nesse povo abobado
Que a história perdeu.
Granja do Cachamorra, do Cabuçu e do Monteiro,
Granja de exportação em ponteiro,
Trazei de volta a história
Que só pode contar a crônica de memória.
Consultai as lembranças de quem ainda as tem
Antes que o tempo, que vai, mas não vem,
Leve a recordação daqueles que, por este chão,
Deixam Campo Grande residir no coração.

Não bastasse esse carinho, no dia da inauguração, fui homenageado por Cayo Lames com uma estrela na Parede da Constelação Artística do Bistrô Cultural Campo-Grandense. Imaginem a felicidade... E a gratidão... Um outro momento honroso!!!






SANTANDER, Meu ex-aluno do CEPFA RAJA GABAGLIA, 
um grande artista

Naquele dia, vários amigos queridos estavam presentes à grande festa e a escritora Nancília Pereira também foi homenageada.


CLAUDIA MACEDO, DILMA BARROZO, WEBER WERNECK, MARIO CEITA, 
MARIA ZENAYDE, WILL TOM e NANCÍLIA PEREIRA.

NANCÍLIA PEREIRA e CAYO LAMES.

CLAUDIA MACEDO, CLAUDIA LOBO, MARIO CEITA, CAYO LAMES, 
NANCÍLIA PEREIRA, CIDA MANSUR e WILL TOM.


No dia 23 de outubro de 2026 fui homenageado na 5ª FEIRA LITEROMUSICAL do Colégio Apollo 12, em Santa Cruz.

Na Feira, idealizada pelo magnífico professor Sérgio Ramos, as turmas elaboram estandes numa quadra imensa, para falar sobre a relevância dos artistas da Zona Oeste. Assim, temos escritores, cantores, artistas plásticos, atores, para cada estande e para cada turma do Ensino Médio.

Já há algum tempo tenho participado, com grande felicidade, mas a Feira de 2026 foi especial, pois as três séries do Ensino Médio me prestaram homenagem, por toda a minha história nas Artes, inclusive do Magistério. Também o professor Sérgio Ramos compôs uma música para mim, cantada por sua enteada. Sérgio Ramos tocava o violão tão emocionado quanto a enteada e eu, nem sei o que dizer. Era uma mistura de choro feliz, que eu tentava ocultar nos olhos marejados.




Outra notícia boa de 2026 foi ter a minha obra musical revisitada, com três lançamentos comemorativos em cd e em vinil, para os colecionadores.
Usaram uma foto de propaganda para o álbum Blue Hotel. A foto é de 1988. Não sei o motivo, pois, na época, tivemos dois ou três compactos com o hit Blue Hotel, em capas diferentes. Mas ficou bem legal também. 


Para o álbum Self Portraits in Teal, usaram a capa de um álbum em vinil, que não foi lançado na época, engavetado como o álbum Let Me Try Again. O legal é resgatar as músicas novamente. Eles acabaram comemorando com um cd e um vinil. Mantiveram os amassados da capa original que conseguiram, para dar um crédito maior do momento histórico. 

Para os hits que saíram em compactos em vinil, e outros que não chegaram a ser gravados, fizeram um trabalho lindo em capa dura, com encarte de fotos da época, e um breve histórico sobre tudo o que ocorreu na época em que eu gravava álbuns musicais. Parei de gravar em 2020 e o último álbum Will Tom & Friends foi todo produzido de forma independente, com os meus próprios recursos, talvez para deixar um lembrança boa com quem gravou comigo durante esses anos todos, de 1977 a 2019.

Outra alegria foi receber o convite de André Faxas (O Teatro do Ambulante) para o próximo espetáculo (2027): CAMINHOS DE FREIRE ALEMÃO: MEMÓRIAS DE CAMPO GRANDE E GUARATIBA. 


Visita ao Sítio Burle Marx, em Barra de Guaratiba, com equipe técnica do espetáculo.
Ambientando-se ao espaço e prevendo marcações. Após a visitação, um momento para o almoço.
ALEXANDRE DAMASCENA, CHRISTIAN PIERINI, SILVIA FERNANDES, 
ANDRÉ MANSUR, CIDA MANSUR, ANDRÉ BALBINO, ANDRÉ FAXAS,
IVES PIERINI, PATRÍCIA FIORANI, WILL TOM, HELDER RENOVATO,
JEREMIAS FLORES e CIMARA MATTOS.


JEREMIAS FLÔRES e WILL TOM.
CIDA MANSUR, WILL TOM e SILVIA FERNANDES.

Na Literatura, prefaciei o livro MÚSICA &(é) TERAPIA, de Carlos Eduardo de Souza. Uma obra sensível, repleta de percepção da força da Arte Musical no desenvolvimento  da poesia que existe em cada ser humano. A sensibilidade precisa ser estimulada, não somente com exemplos, mas com conhecimento das próprias habilidades humanas.


Meu conto SÃO SEBASTIÃO está na Antologia em Prosa e Verso do Círculo Literário do Clube Naval.
O conto narra um episódio na vida da minha mãe e da minha tia Nicinha, quando tentam presentear a mãe com uma imagem sacra. É um conto bastante apreciado pelos leitores. Em breve, estarei postando alguns contos aqui.


Para o lançamento do livro de Dilma Barrozo, consegui contribuir com duas fotos minhas para ilustrar a homenagem que ela presta a Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.



Outro conto meu está no livro MEMÓRIAS AFETIVAS - A CRIANÇA VIVA EM NÓS, de Vera Alves. 
O Menino que Brincava de Contar Histórias, onde relato minha habilidade em contação de histórias e também de memorizar histórias inteiras, para depois contar aos parentes. Poucos prestavam atenção, pois me consideravam uma criança chata, devido ser tão diferente das outras crianças, que brincavam normalmente, mas eu estava sempre preocupado com o que ocorria no mundo, principalmente as possibilidades de guerras. Conto também sobre um presente que meu padrasto Waldemar Camargo me deu, quando completei dez anos - lápis, borracha, caneta e caderno. Ali, eu compreendi o poder que as palavras teriam em minha vida, e iniciei minha escrita ainda muito incipiente, porém repleta de entrega.

Há um texto meu no livro O PODER DO ALTAR - PORTAIS DE FÉ, PRESENÇA E RECONEXÃO.
Nele falo sobre a minha experiência com os Altares Sagrados, observados desde os cinco ano, quando olhava fontes naturais no sítio da minha avó materna Marieta, no Carapiá, em Campo Grande, hoje região de Guaratiba.
A essência da Natureza sempre me comoveu e, de alguma forma, sempre me movimentou, me modificou, me impulsionou, como um alimento energético sem qualquer doutrinação religiosa, sem qualquer orientação familiar, apenas algo que trouxe comigo quando cheguei a este planeta tão belo. 
 
























Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um pouco de mim.

O Rádio na minha Carreira.

PROPAGANDAS. Uma época de muitos trocados.